sexta-feira, 8 de maio de 2009

Sempre o sistema....

Hoje, as palavras não são minhas... entrei no blog "Babel" da jornalista Ana Paula Sousa e achei interessantíssima a abordagem dela.... apenas copiei e colei o texto, na íntegra, mas juro que a intenção foi boa!! huauahuhahashau!!!

Quem quiser visitar o blog, é só acessar esse link http://anapaulasousa.blog.terra.com.br/

Destino de Ana Paula Padrão mostra que a tevê não se livra do velho modelo

ana paula sousa às 8:34

Ana Paula Padrão rompeu o contrato com o SBT por recusar-se a apresentar o principal jornal da casa.

A jornalista, uma “marca” televisiva de indiscutível prestígio e uma profissional de ideias, opiniões e tarimba, queria fazer algo além de, simplesmente, ler notícias.

Depois de ter aberto uma produtora independente e produzir uma série de longas reportagens nos últimos dois anos, desejava investir num jornalismo mais aprofundado.

Acabou voltando para o posto de apresentadora. No Jornal da Record, dividirá a bancada com Celso Freitas.

O que há de exemplar no destino de Ana Paula Padrão é o quanto a televisão brasileira não consegue se livrar dos antigos modelos.

Uma profissional com as suas qualificações parece não caber no engessado formato do jornalismo televisivo brasileiro.

Pelos corredores da Record, o que mais se ouvia ontem era, inclusive, uma aposta: quando tempo durará?

Será que Ana Paula se sentirá à vontade num jornal que é mais policial que econômico ou político? Até que ponto ela conseguirá imprimir sua marca ao programa?

O que há de exemplar nos possíveis dilemas de Ana Paula é que eles estão longe de dizer respeito apenas a ela.

Os jornalistas de televisão, simplesmente, não têm espaço para desenvolver um trabalho mais autoral ou aprofundado.

Defrontada com a internet, com o modelo digital e com tempos que ainda soam misteriosos para a mídia, a televisão, ao invés de ousar, parece ter dado um passo atrás em seu jornalismo.

Profissionais de todas as emissoras queixam-se da dificuldade de desenvolver pautas originais e da cobrança para que sejam populares, quando não “interativos” - seja lá o que isso signifique hoje na televisão.

Preste atenção e você verá: é cada vez mais comum ver repórteres de primeira fazendo matérias quadradas, óbvias ou, pior, apenas descrevendo o trânsito do alto de um helicóptero.

Por que, no Brasil, não existe uma profissional como Christiane Amanpour, da CNN? Por que a tevê não deixa.

Perdem os jornalistas. Perdem as tevês. Perdem os espectadores.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Lucros controversos

Ontem, dia 06 de maio, eu e meus colegas tivemos a oportunidade de conhecer Lucélia Santos. Ela é uma pessoa muito simpática e acessível, diferente do "padrão" colocado a nós sobre as personalidades da televisão.


É ótimo saber que ainda existem no mundo pessoas que pensam como ela, como eu... tenho sede de fazer algo pelo mundo, de tentar abrir os olhos da humanidade. O tempo é curto e temos que agir, mas agir com coragem, com amor, por vontade própria. Não apenas para ter um estatus perante a sociedade, onde os outros digam: "olha como ela é boazinha, vou fazer assim também pra ser igual porque é cool ajudar o próximo".



















Me sinto nauseada, tenho vontade de gritar quando vejo as pessoas agindo assim. E olha que não são poucas. Uma ressalva quanto ao comportamento dessas pessoas deve ser feita: infelizmente, fomos criados assim, num mundo egoísta e por isso agimos dessa forma, como um cavalo com sua viseira, tapando o campo de visão para não olharmos para o lado. É muito mais interessante para o "mercado", sermos egoístas.

Egoísmo dá muito lucro ao sistema.

Egoísmo gera insensibilidade, solidão, brigas... doenças. O melhor remédio para isso é primeiro fazer uma auto análise pra depois analisar como anda a sociedade que vivemos. Precisamos viver em sociedades mas não necessariamente numa sociedade doente, egoísta.

Tente fazer sua parte para um mundo melhor... não espere que os outros façam tudo... achar que uma ONU da vida vai resolver os problemas da fome no mundo é ridículo. Se eles fizessem tanto pelo mundo quanto eles dizem que fazem, muita coisa já teria mudado. Não seja tão inocente.


















Agora pare e pense... você imaginaria alguma criança que é sua conhecida numa situação dessas? Como que você reagiria?

Dói pensar nisso não é?